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Motoristas de app podem receber R$ 2,50 extras por quilômetro rodado

Janaína Por Janaína
27/03/2026 - 12:08

A rotina de quem trabalha com transporte de passageiros por aplicativo pode ganhar uma regra nova e muito bem-vinda em breve. O governo federal colocou na mesa uma proposta que prevê o pagamento de um adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado para compensar as despesas dos motoristas.

A ideia é simples: garantir que o profissional não saia no prejuízo. Hoje, boa parte do que o motorista ganha em uma corrida é destinado a pagar o combustível e a manutenção do veículo, o que reduz drasticamente o lucro real no final do mês.

Com esse valor fixado por quilômetro, o governo quer separar o que é “remuneração pelo trabalho” do que é “reembolso de custos”. Isso daria uma folga financeira maior para quem passa 10 ou 12 horas por dia atrás do volante para sustentar a família.

Essa medida faz parte de um pacote maior de regulamentação que está sendo desenhado pelo Ministério do Trabalho. O objetivo é dar mais transparência e segurança para uma categoria que cresceu muito nos últimos anos, mas que ainda opera em um vácuo legal.

O anúncio gerou discussões intensas entre as empresas de tecnologia e os representantes dos trabalhadores. Enquanto os motoristas celebram a possibilidade de um ganho mais justo, as plataformas se preocupam com a viabilidade financeira do modelo de negócio atual.

O impacto direto no bolso do motorista

Na prática, se o projeto for aprovado, cada viagem terá um cálculo mais detalhado. Além do valor base pelo tempo e trajeto, o motorista teria a garantia de que cada quilômetro percorrido com o passageiro traria esse valor extra para cobrir o desgaste do carro.

Isso é especialmente importante em cidades grandes, onde o trânsito pesado faz o consumo de combustível disparar. Atualmente, o motorista muitas vezes aceita corridas longas e demoradas que, após descontar os custos, rendem apenas alguns centavos de lucro real por quilômetro.

Ter um valor mínimo de reembolso ajuda o profissional a planejar melhor suas finanças. Ele passa a ter a certeza de que, independentemente da tarifa dinâmica da plataforma, o custo básico de rodar com o veículo estará garantido pela nova legislação.

Direitos previdenciários e segurança para o futuro

A proposta não para no adicional por quilômetro. O governo também quer que os motoristas de aplicativo entrem formalmente para o sistema da Previdência Social. Isso significa que o trabalhador teria direito a benefícios que hoje são distantes da sua realidade.

Em caso de acidente ou problema de saúde, o motorista teria acesso ao auxílio-doença. Além disso, o tempo trabalhado contaria para a aposentadoria. Para muitos, essa é a parte mais importante da reforma, pois traz uma tranquilidade para o futuro que o modelo atual não oferece.

A contribuição seria dividida entre a empresa e o trabalhador, de forma proporcional. É uma tentativa de humanizar o trabalho digital, garantindo que o avanço tecnológico não deixe de lado a proteção básica de quem faz o serviço acontecer nas ruas.

O debate sobre o preço das corridas

É impossível falar em aumento de ganhos para motoristas sem pensar no impacto para o consumidor final. Se as plataformas forem obrigadas a pagar esse adicional, existe uma chance real de que as passagens fiquem mais caras para quem usa o serviço para ir ao trabalho ou voltar para casa.

O governo, no entanto, argumenta que as margens de lucro das grandes empresas de aplicativo permitem uma redistribuição mais justa. A ideia é que a tecnologia sirva para melhorar a vida de todos, e não apenas para gerar lucros bilionários enquanto o prestador de serviço arca com todos os custos.

Este será o ponto de maior atrito nas próximas reuniões em Brasília. Encontrar um valor que seja justo para o motorista, viável para a empresa e pagável para o passageiro é o grande “quebra-cabeça” que os técnicos do governo estão tentando resolver agora.

Quais são os próximos passos da proposta

O projeto ainda é uma minuta, ou seja, um rascunho oficial que está sendo debatido com a sociedade. O governo espera chegar a um consenso nas próximas semanas para enviar um Projeto de Lei definitivo ao Congresso Nacional, onde o tema será votado por deputados e senadores.

Durante esse processo, é comum que o texto sofra alterações. Sindicatos de motoristas estão pressionando por valores ainda maiores, enquanto as empresas tentam reduzir o impacto financeiro da proposta. É um jogo de forças que define o futuro do trabalho no Brasil.

Mesmo que a lei demore alguns meses para ser sancionada, o fato de o governo ter estipulado um valor de R$ 2,50 como referência já é uma vitória política para a categoria. Agora, o caminho está aberto para que os motoristas tenham, enfim, uma regra clara que valorize o seu esforço diário.

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