A segurança dos aposentados brasileiros ganhou um reforço de peso esta semana. Uma nova regulamentação bancária estabeleceu que a responsabilidade por qualquer fraude em empréstimos consignados agora recai totalmente sobre a instituição financeira, caso ela não tenha usado tecnologia de ponta para validar a venda.
Isso significa que o banco não pode mais dar a desculpa de que “o cliente passou os dados”. Agora, o sistema precisa de provas robustas de que o idoso realmente queria aquele dinheiro, usando ferramentas como a leitura da digital ou o reconhecimento da face.
Além disso, os bancos devem oferecer um canal de atendimento prioritário e humano para resolver casos de suspeita de golpe. Acabou aquele jogo de empurra-empurra entre o banco e o INSS quando o problema é um desconto indevido.
A nova regra também limita o tempo de espera para o cancelamento de um contrato feito por engano ou sob pressão. O consumidor tem até sete dias para se arrepender e devolver o valor total sem pagar qualquer taxa extra.
Dicas de segurança digital para a terceira idade
O celular tornou-se a nossa carteira, por isso, ele precisa de senhas fortes. Ensine seus pais e avós a usarem o bloqueio de tela e a não deixarem senhas anotadas em papéis guardados junto com o cartão do banco.
Outra prática segura é ativar as notificações de movimentação na conta. Assim, qualquer centavo que sair ou entrar gera um aviso no celular na mesma hora, permitindo agir rápido caso algo esteja errado.
Se for necessário ir ao banco físico, recomende que nunca aceitem ajuda de estranhos que não sejam funcionários devidamente identificados com crachá da própria agência.
Com a lei ao lado do cidadão, fica muito mais difícil para os golpistas agirem. A informação correta é o escudo mais forte contra a criminalidade e garante que a aposentadoria seja usada apenas para o bem-estar de quem a conquistou.








