Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 2026 pela sexta semana seguida

As notícias para a economia brasileira neste mês de fevereiro de 2026 são animadoras. O mercado financeiro reduziu, pela sexta semana consecutiva, a previsão para a inflação oficial do país, que deve fechar o ano em 3,95%.

Essa queda constante indica que os preços nos supermercados e nos serviços devem parar de subir com tanta força. Para o consumidor final, isso significa que o poder de compra do salário começa a ser preservado por mais tempo.

Os analistas ouvidos pelo Banco Central acreditam que o cenário externo e a boa produção agrícola nacional estão ajudando a segurar os preços. Com a inflação sob controle, a expectativa é que os juros também comecem a cair em breve.

Uma inflação menor é o primeiro passo para o país voltar a crescer com mais vigor. Quando o empresário sente que os preços estão estáveis, ele se sente mais seguro para investir e criar novos postos de trabalho.

Embora o cenário seja positivo, o governo mantém a cautela para garantir que as metas fiscais sejam cumpridas. Veja como essa queda nos índices de preços afeta diretamente a sua vida e o que esperar para o restante do ano.

O impacto da inflação baixa no seu carrinho de compras

Quando a previsão da inflação cai, os primeiros itens a sentir o reflexo são os alimentos básicos. Com custos de transporte e energia mais previsíveis, o preço do arroz, feijão e das carnes tende a se estabilizar nas prateleiras.

Para as famílias, isso representa um alívio enorme no orçamento doméstico, que vinha sendo pressionado nos últimos anos. O dinheiro que sobra da feira pode ser redirecionado para o lazer ou para o pagamento de pequenas dívidas.

Além dos alimentos, o setor de serviços, como mensalidades escolares e planos de saúde, também deve apresentar reajustes mais moderados no próximo ciclo. É uma onda de estabilidade que beneficia toda a cadeia de consumo.

O que o Boletim Focus projeta para o PIB e juros

Além da inflação, o mercado também está de olho no crescimento do país. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 se mantém estável em 1,80%, indicando um crescimento moderado, porém constante.

Em relação à taxa de juros, a Selic, a expectativa é que ela termine o ano em torno de 12,25%. Se a inflação continuar caindo como o previsto, o Banco Central terá espaço para acelerar os cortes, facilitando o acesso ao crédito para compra de imóveis e carros.

Esse equilíbrio entre juros e inflação é o que define a saúde financeira do país. Com menos juros, fica mais barato parcelar compras e investir em novos negócios, gerando um ciclo positivo de prosperidade para todos os brasileiros.