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9 cursos superiores com mais desempregados no Brasil; você cursa um deles?

Andrei Hardtke Por Andrei Hardtke
28/09/2024 - 11:31

Confira a lista de cursos de graduação com menos oportunidades no mercado de trabalho e veja se o seu faz parte dessa triste realidade

O sonho de ingressar em uma universidade continua sendo um dos grandes objetivos de muitos jovens no Brasil. Em 2024, 80% dos estudantes que participaram de uma pesquisa do Instituto Semesp e da plataforma Worklaove manifestaram o desejo de alcançar o ensino superior.

No entanto, embora o acesso à educação superior ainda seja um marco importante, a realidade para aqueles que já concluíram a graduação pode ser bastante desafiadora, especialmente em relação ao mercado de trabalho.

A empregabilidade de egressos de determinados cursos universitários está sendo cada vez mais questionada. Conforme o estudo recente do Instituto Semesp, a taxa de desemprego entre formados em alguns cursos é alarmante.

9 cursos superiores com mais desempregados no Brasil; você cursa um deles?
Lista de cursos superiores com mais egressos desempregados no Brasil! Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatecnologia.com.br

Aumento da taxa de desemprego entre graduados

De acordo com o levantamento realizado pelo Instituto Semesp, um em cada três profissionais graduados em cursos como história, serviço social e radiologia está desempregado no Brasil.

Tais dados mostram que, ainda que o ensino superior seja essencial para o desenvolvimento de habilidades e conhecimentos avançados, ele não garante automaticamente a entrada no mercado de trabalho.

A falta de oportunidades em determinadas áreas tem levado muitos profissionais a buscarem alternativas, como a especialização em outras áreas ou a busca por oportunidades fora de sua formação inicial.

Entre as áreas com maior taxa de desemprego, a saturação do mercado e a falta de demanda por novos profissionais têm sido fatores decisivos.

Profissionais que atuam em setores mais tradicionais, como o ensino de história, estão lidando com uma menor oferta de vagas. Alguns dos motivos são os cortes em programas educacionais e competitividade.

Veja também: Guarde a carteira: veja cursos DE GRAÇA para quem quer trabalhar com tecnologia e ganhar muita grana!

Diferença salarial para quem trabalha fora da área

O estudo também destaca que, embora o desemprego seja alto em algumas áreas, aqueles que conseguem trabalho dentro de sua área de formação tendem a receber salários mais altos.

Graduados que atuam em suas respectivas áreas de especialização ganham até 27,5% a mais do que aqueles que trabalham em áreas diferentes de sua formação. Esse dado reforça a importância de tentar se manter no campo de estudo escolhido, apesar das dificuldades enfrentadas no mercado.

Aqueles que trabalham fora da sua área de formação geralmente recebem salários menores, o que reflete a desvalorização de suas habilidades específicas.

Após mudar de setor, os profissionais muitas vezes precisam aceitar cargos que exigem menos qualificações ou que oferecem menores oportunidades de crescimento. Isso pode criar um ciclo de insatisfação profissional e dificuldades financeiras.

Apesar das dificuldades enfrentadas por graduados em áreas como história, serviço social e nutrição, o mercado de trabalho ainda oferece oportunidades. Aqueles que buscam se diferenciar por meio de especializações ou adaptações às novas demandas do mercado se dão bem.

Curso% egressos que não exercem
atividade remunerada
História31,6%
Relações internacionais29,4%
Serviço social28,6%
Radiologia27,8%
Enfermagem24,5%
Química22,2%
Nutrição22,0%
Logística18,9%
Agronomia18,2%
Estética e cosmética17,5%
Cursos de graduação com mais egressos desempregados no Brasil! Fonte: Instituto Semesp

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Cursos em alta mesmo em tempos de crise

Enquanto isso, cursos que envolvem habilidades em tecnologia, saúde e negócios têm mostrado maior estabilidade e perspectivas de crescimento, mesmo em tempos de crise.

Profissionais com capacidade de adaptação, dispostos a expandir suas habilidades e investir em educação continuada, tendem a encontrar mais oportunidades.

Metade dos egressos que estão empregados recebem entre R$ 3.000 e R$ 10.000 mensais, com uma renda média de R$ 4.640. Os números mostram que, mesmo com desafios, é possível alcançar uma remuneração competitiva no mercado de trabalho.

No entanto, o cenário atual exige uma análise cuidadosa na escolha de uma carreira. É importante considerar não apenas a paixão pela área, mas também as oportunidades reais de emprego e crescimento que ela oferece.

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