VÍRUS tem desviado PIX e roubado dinheiro das pessoas; veja como se proteger

Um vírus de celular está sendo utilizado pelos criminosos para desviar as transferências feitas pelo Pix pelas vítimas. Portanto, veja como se manter protegido!

O Pix funciona como um modo de transferência monetária instantânea e de pagamento eletrônico instantâneo em real brasileiro, sendo oferecido pelo Banco Central do Brasil para as pessoas físicas e também para as pessoas jurídicas. A instituição financeira funciona 24 horas de forma ininterrupta, sendo o meio de pagamento mais recente do Sistema de Pagamentos Brasileiro. 

O Pix está sendo projetado desde o final de 2016, porém só foi disponibilizado em outubro de 2020 para que os brasileiros cadastrem as chaves. Desde que foi lançada, a modalidade de pagamento ficou famosa entre os brasileiros, isso porque possibilita que sejam feitas transferências de forma rápida e gratuita. 

Nos últimos dias, um vírus utilizado por criminosos têm afetado os celulares dos brasileiros e roubado o seu dinheiro via Pix. Portanto, confira a seguir como se proteger!

Criminosos estão desviando o dinheiro do Pix por meio de um vírus para celular. Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Vírus de celular rouba dinheiro via Pix

Após o golpe da mão fantasma, um vírus de celular capaz de desviar dinheiro por meio do Pix vem atingindo diversas vítimas no Brasil, de acordo com uma pesquisa feita por uma empresa de cibersegurança Kaspersky. A tecnologia foi desenvolvida por criminosos brasileiros e foi detectada em dezembro do ano passado. No entanto, apesar de ser restrita no país, já é a segunda fraude registrada. 

O programa responde por meio de 1.385 registros de golpes neste ano. Grande parte dos golpes acontecem nos países latino-americanos e o vírus que lidera essas localidades é o da família Banbra, que é utilizado para ter acesso remoto a celulares na mão fantasma, com 2.039 ocorrências. 

Na fraude via Pix, criminosos conseguem alterar o destinatário e o valor da transferência. O programa malicioso, também chamado de malware, trabalha na etapa anterior à solicitação da senha e os indícios são tremedeira na tela e lentidão para carregar o dispositivo. Os criminosos podem levar até 95% do saldo da conta por meio de um único golpe. 

Ao infectar os celulares, os golpistas utilizam notificações e aplicativos falsos. Em um dos crimes, por exemplo, o golpe começou a partir de um anúncio de uma atualização do WhatsApp, que redirecionava para um simulacro do aplicativo de mensagens. Com isso, as pessoas que baixaram o programa “Atualização Whats App v2.5” ficaram comprometidas. 

Após as ocorrências, o aplicativo foi retirado do ar pela Google Play. Além disso, o analista sênior de segurança da empresa afirma que está mantendo contato constante com a empresa responsável pelo sistema operacional Android. 

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Vírus consegue ter acesso a dados sensíveis das vítimas

Os dados sensíveis podem ser acessados pelo malware e, a partir disso, o programa analisa informações diversas de geolocalização, contador de pessoas, horário e ainda outros dados do celular. Isso para que seja possível identificar quando os usuários têm mais probabilidade de utilizar as aplicações bancárias. Essa preparação possibilita que o vírus seja disparado no momento exato, que fica pronto para adulterar o Pix. 

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