PIX de mais de R$ 1 BILHÃO? Saiba tudo sobre a maior transferência de todos os tempos

Saiba tudo sobre o maior Pix da história! Após divulgação de relatório do Banco Central, transferência bilionária viraliza na internet.

Pix de mais de R$ 1 bilhão já é a maior transferência de todos os tempos! Pelo menos, é isso que afirma um relatório do Banco Central, publicado na última segunda-feira (4 de setembro). Já pensou em receber um Pix de mais de R$ 1 bilhão na sua conta bancária? Pois bem, foi justamente isso que aconteceu com um brasileiro. Sendo assim, surge a dúvida: quando foi realizado o depósito? E, ainda mais importante: quem recebeu essa bolada?

Em seu primeiro relatório de 2023, o Banco Central faz um balanço muito interessante sobre a popularidade do Pix entre a população nacional. O documento prova, mais uma vez, que este método de transferência é o mais utilizado pelo público brasileiro, superando de longe os cartões de débito e os depósitos via DOC e TED. Com isso em mente, confira abaixo tudo que você precisa saber sobre o Pix de mais de R$ 1 bilhão!

Saiba tudo sobre o Pix de mais de R$ 1 bilhão! Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br
Saiba tudo sobre o Pix de mais de R$ 1 bilhão! Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Banco Central comemora o sucesso do Pix

Como citamos anteriormente, o Banco Central publicou, na última segunda-feira, o “Relatório de Gestão do Pix – Concepção e primeiros anos de funcionamento 2020-2022”.

O relatório traça um panorama completo sobre a utilização do Pix nos 3 primeiros anos de funcionamento do sistema instantâneo de pagamentos. De acordo com o documento, o Pix “transformou a forma como os brasileiros fazem transferências”.

“O Pix é um dos principais casos de sucesso globalmente na indústria de pagamentos na atualidade, assim, a divulgação desse relatório é bastante importante como forma de dar transparência às ações do BC e de prestar contas à sociedade”, explica Carlos Eduardo Brandt, chefe da Gerência de Gestão e Operação do Pix.

No documento, o Banco Central fala, por exemplo, sobre o número de transações realizadas no Pix, a quantidade de chaves cadastradas, a quantidade de brasileiros que usam a modalidade todos os dias, o papel do Pix no atacado e no varejo e, é claro, os principais recordes do método de transferências.

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Pix de mais de R$ 1 bilhão entra para a história do BC

Em seu relatório, o Banco Central revela que a maior transferência já realizada por meio do Pix foi de R$ 1,2 bilhão. Ou seja: uma única pessoa recebeu essa verdadeira bolada, de maneira instantânea, em sua conta bancária.

O documento também deixa bem claro que este vultoso depósito não prejudicou o funcionamento do Pix. O sistema continuou funcionando antes, durante e depois da operação – o que comprova seu alto nível de segurança e estabilidade.

A nível de comparação, o Pix de mais de R$ 1 bilhão é quase 4 vezes mais expressivo que o maior prêmio já pago pela Mega Sena, que foi de pouco mais de R$ 300 milhões.

Quando foi realizado no Pix de mais de R$ 1 bilhão?

De acordo com o relatório do Banco Central, o Pix de mais de R$ 1 bilhão foi realizado em dezembro de 2022. No entanto, a informação só foi divulgada pela instituição em setembro deste ano.

O documento do BC não revela a data exata da transferência, mas ressalta que o depósito realmente aconteceu no último mês do ano passado.

No mês em questão, o valor médio das operações via Pix entre Pessoas Físicas foi de R$ 257. Em dezembro de 2022, o volume de recursos transferidos por meio da modalidade também passou por uma considerável alta, atingindo R$ 1,2 trilhão – e aumentando 914% em um período de 2 anos.

Quem recebeu o Pix de mais de R$ 1 bilhão?

O Banco Central não divulgou a identidade do brasileiro que recebeu o Pix de mais de R$ 1 bilhão. A decisão foi tomada, é claro, para garantir a privacidade deste cidadão.

O que se sabe é que o destinatário do Pix de mais de R$ 1 bilhão foi uma Pessoa Física. Atualmente, a maior parte das transferências via Pix é realizada por Pessoas Físicas, titulares de CPFs.

O relatório do Banco Central também falha em revelar onde foi realizada a operação histórica, e qual foi o emissário deste impressionante valor.

Além do Pix de mais de R$ 1 bilhão, BC revela detalhes interessantes sobre o Pix

Em seu relatório, além de confirmar o Pix de R$ 1,2 bilhão como a maior transferência de todos os tempos, o Banco Central revela detalhes super interessantes sobre a modalidade. Abaixo, listamos alguns dos pontos mais importantes do documento; confira!

  • Desde o lançamento do Pix até dezembro de 2022, 61% das transações englobaram valores abaixo de R$ 100;
  • Em transações realizadas por Pessoas Físicas, 93,1% são de menos de R$ 200;
  • Já entre as transações de Pessoas Jurídicas Privadas, a maior parte das operações é de até R$ 500;
  • Para as Pessoas Jurídicas, 18,6% das operações via Pix têm valores a partir de R$ 2 mil;
  • 551 milhões de chaves Pix já foram registradas em instituições bancárias;
  • 133 milhões de brasileiros utilizam o Pix;
  • 11,9 milhões de empresas adotam este método de transferência;
  • 77% da população adulta brasileira tem, pelo menos, uma chave Pix cadastrada.

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Grandes novidades para o futuro do Pix!

Por fim, o relatório do Banco Central discorre também sobre grandes novidades que, ao que tudo indica, serão implementadas em breve no Pix.

Uma destas novidades envolve a possibilidade de fazer transferências mesmo sem conexão à internet. Na prática, esta modalidade será importantíssima para a utilização do Pix no transporte público, em pedágios e muito mais.

“O uso de novas tecnologias que tornam a experiência de pagamento ainda mais rápida pode ser benéfico principalmente em alguns casos de uso específicos, como pagamentos de pedágios em rodovias, estacionamentos e transporte público. Muitos negócios que hoje não são realizados pela falta de ‘conectividade’ poderão ser viabilizados instantaneamente, de forma simples, segura e com menor custo”, explica o Banco Central.

A operação do Pix sem internet, desse modo, deve ser realizada por meio da tecnologia 5G, ou de outras possibilidades que, atualmente, são estudadas pelo Governo Federal.

“Há, ainda, espaço para estudar formas alternativas de iniciação de pagamentos, por exemplo, com uso de tecnologia por aproximação – NFC, RFID, bluetooth, biometria e outras”, completa o relatório do BC.