- Publicidade -

Metade da população brasileira ainda não configurou o Pix de forma segura, como fazer?

Os recursos ajudam a evitar fraudes e roubos. Confira.

0

É cada vez maior o número de crimes associados ao Pix, o novo sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, exatamente para que essas operações fossem feitas de maneira mais segura.

- Publicidade -

Lançado em novembro de 2020, o Pix permite transferências e pagamentos em aproximadamente 10 segundos, durante as 24 horas do dia, em todos os dias do ano. Pois é exatamente essa facilidade e eficiência que passou a chamar a atenção de criminosos.

Saiba como garantir a segurança/Divulgação

Sequestros e roubos de celulares

Muitos cidadãos têm sido vítimas de sequestros-relâmpago e forçados a fazer transferências para contas de bandidos. Além disso, observou-se o crescente número de roubo de telefones celulares. Quadrilhas especializadas em quebrar bloqueio dos aparelhos são capazes de invadir as contas de suas vítimas.

- Publicidade -

Pois foi pensando nessa realidade, que pesquisa realizada pelo C6 Bank, em parceria com o Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) apontou que a metade dos brasileiros que utilizam o Pix em seu dia a dia ainda não configurou os limites de transações feitas pelo sistema.

Veja também: Compensação financeira de até R$ 72 MIL para aposentados e pensionistas INSS; entenda!

Pesquisa revela que Pix de forma segura não foi feito pela população

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 27 de maio, com um universo de duas mil pessoas das classes A, B e C, todas com acesso à internet. Chamou a atenção o fato de que 70% dos entrevistados sabem que essas configurações são possíveis.

- Publicidade -

O levantamento C6/Ipec mostrou que dos dois mil usuários do PIX, 47% ainda não ajustaram os limites de suas transações pela ferramenta de pagamentos instantâneos.

Bancos permitem limites de saque e de horários

O mais curioso é que os bancos e demais instituições financeiras permitem que seus usuários escolham os limites de saques, de acordo com os horários e o tipo de transação realizada.

Tais limites foram criados pelo Banco Central, em novembro do ano passado, exatamente como medida de segurança frente ao aumento no número de crimes que envolvem o sistema.

- Publicidade -

A primeira preocupação foi com os sequestros-relâmpago. Mais recentemente o Banco Central identificou transferências oriundas de crimes como roubo e furto de celulares.

Pix de forma segura: escolher apenas um banco para as transações

É bom que se saiba que é possível determinar os valores diários das transferências via Pix e o conselho que se dá é que esses valores sejam o mínimo possível e apenas em um banco.

De cordo com a pesquisa C6/Ipec, 36% dos entrevistados já definiram seus valores de transferências e 6% autorizaram apenas um banco. Doze por cento disseram não se lembrar se fizeram algum ajuste em seu Pix.

- Publicidade -

Ajustar os limites diários

Segundo José Luiz Santana, responsável por cibersegurança do C6 Bank, “o ideal é que as pessoas ajustem os limites diário e noturno de transações com Pix para o menor valor possível, de acordo com seus gastos diários. Os bancos permitem o ajuste dos limites em seus aplicativos.”

Fraudes

Finalmente, a pesquisa mostrou que cerca de 30% dos entrevistados disseram que alguma outra pessoa já tentou fazer compras ou contratar serviços em seu nome, o que configura fraude.

Veja também: Ainda tem dúvidas sobre benefícios do INSS, ou quanto tempo falta para se aposentar? Use a calculadora online!

Este website usa cookies para melhorar sua experiência. AceitarLeia Mais