Justiça libera mais de R$ 2 bilhões para pagar dívidas do INSS: entenda

Saiba se você será um dos beneficiados com o repasse de mais de R$ 2 bilhões; Justiça brasileira libera a quitação de pendências financeiras

A quitação de débitos é uma parte importante do histórico financeiro de um consumidor. Afinal, caso ele esteja inadimplente, muito provavelmente os bancos não vão ofertar os mesmos serviços que oferecem para quem tem o nome limpo.

Pensando nisso, veremos por que é extremamente necessário manter uma boa relação com os bancos e se você poderá usufruir do montante de R$ 2 bilhões que acaba de sair.

Justiça libera mais de R$ 2 bilhões para pagar dívidas do INSS: entenda
Justiça brasileira distribui mais de 2 bilhões de reais! Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Boa relação com os bancos

A saber, manter uma boa relação com os bancos vai muito além de simples formalidades. Isto porque é um passo fundamental para garantir estabilidade financeira e oportunidades futuras. Logo, a necessidade de pagar dívidas e manter o nome limpo é crucial nesse contexto.

Primeiramente, a reputação financeira reflete diretamente na capacidade de acessar crédito. Um histórico negativo pode limitar severamente as opções de empréstimos ou financiamentos para investimentos futuros, como comprar uma casa ou iniciar um negócio.

Os bancos avaliam o risco com base nesse histórico, e um nome sujo pode gerar desconfiança, afetando taxas de juros e condições favoráveis.

Além disso, ter dívidas pendentes pode desencadear uma cadeia de problemas financeiros. Juros acumulados e cobranças agressivas podem aumentar consideravelmente o valor devido, dificultando ainda mais a quitação. Isso pode gerar estresse financeiro e emocional, afetando outras áreas da vida.

Assim, deixar o nome limpo não é apenas uma questão de honrar compromissos passados, mas também de construir uma base sólida para o futuro.

Esse é um sinal de responsabilidade financeira, mostrando aos bancos e instituições credoras que você é confiável e capaz de gerir suas finanças de maneira consciente.

Portanto, pagar dívidas e manter um histórico financeiro impecável não é só uma formalidade, mas sim uma estratégia inteligente para garantir estabilidade e oportunidades no futuro, permitindo um relacionamento mais saudável e benéfico com os bancos e instituições financeiras.

Saiba mais: Último pagamento de 2023 do INSS já tem data divulgada; confira!

Justiça libera mais de R$ 2 bilhões

Apesar de os cidadãos terem de cumprir o pagamento de dívidas, isso também cabe ao Governo. Sendo assim, os mais de R$ 2 bilhões que a Justiça libera vão beneficiar diretamente os brasileiros.

Através do Conselho da Justiça Federal, o montante será liberado para quitar dívidas judiciais do Governo Federal com aposentados e pensionistas do INSS.

O pagamento em questão foi autorizado em outubro, sendo destinado a mais de 130 mil beneficiários que venceram cerca de 100 mil processos de revisão ou concessão de benefício.

As causas devem ter valor de até 60 salários mínimos, o que representa quase 80 mil reais nos dias de hoje.

Dessa forma, as ações incluem pensões, auxílios, aposentadorias e BPC, e são conhecidas como Requisições de Pequeno Valor.

Para receber o dinheiro, é necessário que o processo tenha chegado ao fim, sem possibilidade de recurso por parte do INSS.

Além disso, o TRF de cada região fica responsável pelo depósito, abrindo contas na Caixa ou do Banco do Brasil em nome do advogado ou do próprio segurado.

Por fim, para verificar se você terá direito, é necessário identificar o TRF do estado em que reside. No caso do TRF-3, que atende São Paulo e Mato Grosso do Sul, o processo de consulta funciona da seguinte maneira:

  • vá em ‘Consulta processual’;
  • clique em ‘Consultas por OAB, Processo de origem…’;
  • informe um dos números solicitados;
  • selecione ‘Não sou um robô’; e
  • vá em Pesquisar.

Logo em seguida, o atrasado aparecerá. Se for uma RPV, as siglas estarão na seção ‘Procedimento’. Já no caso dos precatórios, a sigla é PRC, mas o pagamento deste ano já ocorreu.

Veja também: Perícia do INSS é DISPENSADA para concessão da aposentadoria; entenda