3 lugares para guardar o seu dinheiro que rendem MAIS que a poupança

Conheça opções de investimento que rendem bem mais que a poupança! Será que vale a pena armazenar o dinheiro nessas alternativas? Explicamos tudo que você precisa saber.

Quais opções de investimento rendem mais que a poupança? É isso que inúmeros brasileiros desejam saber! Hoje em dia, a poupança permanece como o principal método de investimento da população brasileira. A poupança faz muito sucesso por seu nível de segurança e por seu modelo simplificado de armazenamento monetário. Em termos mais simples, não é necessário entender de negócios ou investimentos para guardar o dinheiro na poupança.

A poupança, por outro lado, tem margens de lucro bem menores que alguns dos métodos de investimento mais populares do mercado. Logo, não é uma boa opção para quem deseja fazer o dinheiro render de verdade. Sendo assim, quais são as melhores alternativas para guardar o dinheiro e fazê-lo render bem mais que na poupança? Revelamos abaixo 3 opções interessantes para 2022 e 2023; confira.

Quais lugares rendem mais que a poupança? Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br
Quais lugares rendem mais que a poupança? Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Saiba mais sobre a poupança – Quanto rende o dinheiro?

A poupança nada mais é do que uma aplicação simples e acessível de renda fixa. Com esse método de investimento, os usuários armazenam o dinheiro nas instituições bancárias e retiram os valores quando quiserem.

Atualmente, os rendimentos da poupança se relacionam à taxa Selic, que é de 13,75% ao ano. Portanto, o rendimento da poupança é de 0,5% ao mês.

O rendimento anual da poupança, por outro lado, é de cerca de 7,44%. Na maioria das alternativas, um aporte de R$ 1 mil, no período de um ano, rende de R$ 60 a R$ 70.

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Opções que rendem mais que a poupança – Tesouro Direto

Uma das melhores e mais confiáveis opções para investir dinheiro em 2022 e 2023 envolve o Tesouro Direto. Essa alternativa é perfeita para amadores e iniciantes no mundo do investimento. Afinal de contas, não é tão complexa como outras opções da área.

O Tesouro Direto, para quem não conhece, é um programa do Tesouro Nacional, desenvolvido em parceria com a financeira B3, para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% digital. Lançado em 2002, o Programa surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, permitindo aplicações a partir de R$ 30,00.

Bastante popular entre os brasileiros, o Tesouro Direto é um investimento de renda fixa. Ou seja: no momento da aplicação, você descobre quanto vai receber se mantiver o título até a data de vencimento. No entanto, isso não quer dizer que os preços e taxas dos títulos serão os mesmos com o passar do tempo.

O Tesouro Direto conta com três tipos de títulos: Tesouro IPCA, Tesouro Pré-fixado e Tesouro Selic. Veja abaixo:

  • Tesouro IPAC: Está ligado à inflação. Oferecer aos investidores uma rentabilidade acima dos níveis de inflação. Por ter taxa pré-fixada de juros, é ideal para investimentos de longo prazo;
  • Tesouro Pré-Fixado: Oferece rentabilidade fixa, com taxa de lucro apresentada no momento do investimento. É uma boa opção para quem deseja garantir rendimentos em médio e longo prazo;
  • Tesouro Selic: É pós-fixado, vinculado à Taxa Selic. É o título com a menor taxa de risco, principalmente para renda antecipada. É perfeito para amadores que desejam iniciar uma reserva de emergência.

Para saber mais sobre o Tesouro Direto e conferir todas as taxas, é só acessar o site oficial desse método de investimento: www.tesourodireto.com.br. Na plataforma, você também pode simular a taxa de valorização de todos os títulos.

CDB também rende mais que a poupança

A sigla “CDB”, para quem não conhece, significa “Certificado de Depósito Bancário”. Em termos mais práticos, o CDB é um investimento de renda fixa emitido pelos bancos. Com isso, qualquer investidor pode ter um CDB no seu portfólio de aplicações financeiras.

Vale lembrar que os investimentos em CDB contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

Em via de regra, CDB são títulos emitidos pelos bancos para a obtenção de Capital. Os CDBs são investimentos de renda fixa, e funcionam, normalmente, como uma espécie de troca.

Portanto, o investidor “empresta” os valores para o banco e, eventualmente, recebe os créditos com taxa de rentabilidade. Essa taxa varia de acordo com cada instituição bancária ou financeira. Com essa modalidade de investimento, os investidores também podem conferir a taxa de valorização no momento da contratação.

Por outro lado, é importante lembrar que a taxa pode oscilar com o tempo, a depender do tipo de investimento escolhido. Se a taxa for pós-fixada, por exemplo, pode variar segundo os indexadores da economia. Para as taxas pré-fixadas, o investidor recebe, na hora, todas as informações sobre o rendimento.

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Opções que rendem mais que a poupança – Fundos Imobiliários

O investimento em Fundos Imobiliários é perfeito para pessoas com mais familiaridade com o mercado financeiro e o mundo dos investimentos. Mesmo assim, esse método representa um alto nível de segurança, justamente por se relacionar a ativos não-voláteis.

Os Fundos de Investimento Imobiliários – mais conhecidos como FII – representam um tipo de investimento que se relaciona a empreendimentos imobiliários, como shoppings, hospitais e prédios comerciais ou ativos relacionados, como os CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários).

Quando você adquire uma cota de um FII, você se torna um dos “donos” desse imóvel, e a partir daí, recebe os rendimentos de aluguel.

O dinheiro dos investidores é aplicado no mercado imobiliário mesmo sem a compra de imóveis físicos. Ou seja: você ganha dinheiro com aluguéis sem precisar se estressar com toda a burocracia que envolve a compra e venda dos imóveis.

Para aumentar os rendimentos, uma boa alternativa é diversificar seu portfólio com aplicações em shoppings, hotéis, hospitais, galpões e outros empreendimentos essenciais às atividades produtivas.

Falando em rendimentos, as taxas variam de acordo com o FII escolhido. Na hora de escolher o melhor FII para sua realidade, uma dica essencial é buscar o auxílio de empresas consolidadas e financeiras de reputação comprovada. Fique de olho nas avaliações dos clientes!

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