Evite GOLPES do Pix com estas técnicas e não perca mais dinheiro

Golpes envolvendo o Pix estão em alta, explorando principalmente a engenharia social e ofertas fraudulentas de comércio eletrônico. Saiba como se proteger.

O advento do Pix revolucionou o sistema de pagamentos no Brasil, trazendo facilidade e agilidade nas transações financeiras. 

No entanto, essa mesma facilidade se tornou um campo fértil para fraudadores, que desenvolveram variados golpes para se aproveitar de consumidores desavisados. Diante desse cenário, é crucial conhecer as principais modalidades de fraude. 

Este artigo visa esclarecer sobre os golpes mais comuns relacionados ao Pix e oferecer dicas práticas para garantir a segurança das suas transações.

Evite GOLPES do Pix com estas técnicas e não perca mais dinheiro
Estes são os principais golpes do Pix – Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Golpes com Pix: como identificar e se proteger

Desde o seu lançamento em 2020, o Pix se tornou um método de pagamento revolucionário no Brasil, oferecendo uma forma rápida e prática de realizar transferências eletrônicas. 

Contudo, essa facilidade também atraiu a atenção de criminosos, que desenvolveram diversos golpes visando se aproveitar da confiança e da rapidez com que as transações são realizadas. 

Conforme levantamento da fintech Silverguard, cerca de quatro em cada dez brasileiros já foram alvo de tentativas de fraudes via Pix, e um em cada cinco acabou sendo vítima de algum golpe.

Golpes frequentes e como evitá-los

Os golpes mais comuns envolvem o roubo de identidade nas redes sociais, onde os criminosos se passam por amigos ou familiares da vítima, solicitando transferências de dinheiro para contas controladas pelos golpistas. 

Essas fraudes, muitas vezes, são baseadas na engenharia social, explorando a confiança e os laços emocionais entre as vítimas e seus conhecidos.

Outra modalidade crescente são os golpes no comércio eletrônico, onde ofertas falsas de produtos com preços irresistíveis são utilizadas para atrair as vítimas. 

Os criminosos criam lojas virtuais fraudulentas, muitas vezes se passando por empresas conhecidas, para aplicar o golpe.

Os falsos investimentos também se destacam entre as fraudes. Nesses casos, os golpistas prometem retornos financeiros extraordinários em aplicações que nunca existiram.

Prevenção e ação imediata

Para se proteger, é essencial desconfiar de pedidos de transferência inesperados, mesmo que aparentemente venham de pessoas conhecidas. 

A recomendação é sempre confirmar a solicitação por outro canal de comunicação. No caso de ofertas de comércio eletrônico, é vital verificar a veracidade das empresas e desconfiar de preços muito abaixo do mercado.

Em situações de roubo de identidade, além de notificar o banco para tentar rastrear e reverter a transação, é importante comunicar o ocorrido às plataformas de redes sociais ou serviços onde o golpe foi aplicado, para evitar a propagação do fraude.

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O que fazer se eu cair em um golpe?

Caso alguém caia em um golpe, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) recomenda comunicar imediatamente o banco para tentativa de rastreio e possível estorno do valor, embora nem sempre seja possível recuperar o montante integralmente. 

É fundamental ativar mecanismos de segurança adicionais, como a autenticação em dois fatores, para proteger as contas contra acessos indevidos.

Como cadastrar o Pix?

O cadastro do Pix é simples e pode ser feito pelo aplicativo do seu banco ou instituição financeira. Você precisa escolher uma chave, que pode ser o seu CPF, CNPJ, número de telefone, e-mail ou aleatória.

O que fazer se eu fizer um Pix para a conta errada?

Se você fizer uma transferência para a conta errada, você precisa entrar em contato com o seu banco ou instituição financeira o mais rápido possível. Eles poderão tentar estornar a transação, mas isso nem sempre é possível.

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