REVELADOS os documentos necessários para você prestar contas à Receita Federal em 2024

A declaração do Imposto de Renda 2024 está quase chegando. Para isso, é necessário entregar os documentos corretos à Receita Federal, ou pode haver problemas.

A chegada do período de declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2024 traz consigo a necessidade de organização e preparo.

Com o prazo estabelecido entre 15 de março e 31 de maio, os contribuintes têm uma ótima oportunidade para se antecipar e reunir toda a documentação necessária, assegurando uma prestação de contas tranquila com a Receita Federal. Confira.

Você vai declarar o Imposto de Renda 2024? Veja quais documentos entregar à Receita Federal!
Você vai declarar o Imposto de Renda 2024? Veja quais documentos entregar à Receita Federal! / Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Quando começa a declaração do Imposto de Renda?

O calendário do Imposto de Renda 2024 inicia-se em 15 de março, marcando o começo do período para entrega das declarações. Essa janela oferece aos contribuintes até o dia 31 de maio para acertarem suas contas com o Fisco.

A antecipação na organização e envio da declaração pode significar receber a restituição mais rapidamente, especialmente para aqueles elegíveis aos primeiros lotes.

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Calendário de restituições em 2024

As restituições do Imposto de Renda são devoluções do excesso de imposto pago pelo contribuinte ao longo do ano-base, caso esse valor supere o devido.

O cronograma de restituições para 2024 começa no dia 31 de maio, seguido por lotes em 28 de junho, 31 de julho, 30 de agosto e o último em 30 de setembro. Receber nos primeiros lotes é vantajoso, proporcionando um retorno financeiro mais cedo.

Essa devolução é crucial para muitos contribuintes, funcionando como um alívio financeiro ou oportunidade para realocação do capital em investimentos ou poupança.

Documentação para a Receita Federal: o que separar?

A preparação dos documentos é crucial para evitar imprevistos. Aqui estão os essenciais:

  • CPF de todos os dependentes: fundamental para a inclusão correta no sistema da Receita Federal;
  • Declaração do ano anterior: facilita o preenchimento da atual, disponível automaticamente no mesmo computador ou via e-CAC;
  • Informes de rendimentos: provenientes tanto de Pessoa Física (PF) quanto Jurídica (PJ), detalham os valores recebidos e retidos;
  • Dados bancários e de corretoras: importantes para reportar rendimentos de investimentos;
  • Comprovantes de aluguel: essenciais tanto para pagamentos quanto recebimentos;
  • Transações de bens: compras ou vendas de imóveis e veículos devem ser documentadas;
  • Despesas médicas e educacionais: recibos que possam ser deduzidos do IR.

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Quem deve declarar o IR 2024?

Para a declaração do IRPF 2024, estão na mira da Receita Federal os contribuintes que, ao longo de 2023, acumularam rendimentos tributáveis superiores a R$ 30.639,90.

Além disso, aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte com soma acima de R$ 200 mil também precisam prestar contas.

Outros critérios incluem atividades rurais com receita bruta em valor superior a R$ 153.199,50 e a posse ou propriedade de bens ou direitos, incluindo terra nua, em valor total superior a R$ 300 mil.

Atenção aos dependentes

Na hora de declarar, é importante identificar corretamente quem são os dependentes, pois isso pode influenciar o cálculo do imposto.

Podem ser considerados dependentes cônjuges, companheiros(as) com união estável, filhos ou enteados de até 21 anos (ou até 24 anos, caso estejam cursando ensino superior ou técnico), além de pessoas com qualquer idade que sejam incapazes física ou mentalmente para o trabalho.

Incluir dependentes com deficiência, de qualquer idade, que não excedam as deduções permitidas por lei, também é um aspecto importante da declaração.

Organização é a chave para se dar bem com a Receita Federal

Embora os documentos não sejam enviados com a declaração, é vital tê-los à disposição para eventuais solicitações da Receita Federal.

A recomendação é guardá-los por pelo menos cinco anos. A preparação antecipada pode ser decisiva para assegurar o recebimento da restituição nos primeiros lotes, para aqueles que têm direito.

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