Brasil PERDE 11 posições em Ranking; organização mundial divulga resultado

O World Happiness Report revelou a queda do Brasil no ranking da ONU. Veja os detalhes na matéria.

Brasil despenca em ranking da ONU – Hoje em dia, a busca pela felicidade tornou-se um objetivo primordial. Nesse sentido, a publicação do World Happiness Report pela Organização das Nações Unidas (ONU) trouxe à tona uma realidade preocupante para o Brasil.

O país, que já desfrutou de posições mais elevadas em edições anteriores, agora enfrenta um declínio significativo em sua colocação. Vamos analisar melhor a situação a seguir.

Brasil PERDE 11 posições em Ranking; organização mundial divulga resultado
O Brasil viu uma queda significativa em seu ranking de felicidade nos últimos anos. Foto: divulgação

Brasil caiu muito no ranking internacional

Lançado em 2023, o relatório revelou que o Brasil desceu 11 posições em relação ao ano anterior, situando-se agora na 49ª posição. Esta marca, infelizmente, representa a pior colocação já registrada pelo país desde o início das avaliações em 2012.

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O World Happiness Report, uma iniciativa da ONU, é elaborado com base em pesquisas meticulosas realizadas pela Associação Gallup Internacional. O estudo avalia diversos indicadores que refletem a qualidade de vida e o bem-estar da população. Entre os critérios avaliados estão o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, expectativa de vida saudável, níveis de liberdade, generosidade, apoio social e, crucialmente, a percepção da corrupção no país.

O Brasil, que já ocupou a 16ª posição em 2015, tem enfrentado uma série de desafios socioeconômicos e políticos nos últimos anos, refletidos em sua queda contínua no ranking. A exceção foi em 2020, quando o país conseguiu manter-se na 32ª posição, mas desde então, a tendência tem sido de declínio.

Enquanto o Brasil busca entender e reverter essa tendência, países como a Finlândia celebram sua posição de liderança pelo sexto ano consecutivo. A presença dominante de nações nórdicas no topo do ranking, incluindo Dinamarca e Islândia, destaca o sucesso desses países em promover o bem-estar de seus cidadãos. Notavelmente, Israel e Nova Zelândia são os únicos países não europeus no top 10, demonstrando que a felicidade não se restringe a uma região geográfica.

América do Sul

No contexto sul-americano, o Uruguai se destaca, ocupando a 28ª posição, seguido de perto pelo Chile e Argentina. A colocação desses países sugere uma variedade de experiências e desafios enfrentados pelos países da região.

No extremo oposto do espectro, países como Afeganistão, Líbano e Serra Leoa ocupam as últimas posições. As dificuldades enfrentadas por essas nações, desde conflitos armados até crises econômicas, refletem-se em sua colocação no ranking.

O relatório também trouxe à tona algumas curiosidades. Por exemplo, a proibição dos ovos de chocolate Kinder Surprise nos Estados Unidos devido a preocupações de segurança, ou a peculiar lei em Carmel, Califórnia, que limita o tamanho dos saltos das mulheres.

Como vimos, o World Happiness Report não é apenas um ranking, mas um reflexo das condições de vida, desafios e triunfos de cada nação. Para o Brasil, serve como um chamado à reflexão e ação, destacando a necessidade de políticas públicas mais eficazes e investimentos em áreas cruciais para garantir o bem-estar e a felicidade de seus cidadãos. A busca pela felicidade é uma jornada contínua, e cada país tem seu próprio caminho a percorrer.

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