Asteroide DESTRUTIVO está próximo da Terra? Saiba se há risco de colisão

Um asteroide com capacidade de destruição ainda maior do que o que caiu na Rússia no ano de 2013 está próximo do planeta Terra.

Imagine olhar para o céu e saber que um gigante rochoso, com um potencial destrutivo cinco vezes maior que o asteroide que atingiu Cheliabinsk na Rússia em 2013, está vagando pelo espaço, talvez cruzando o caminho da Terra.

Isso soa como o roteiro de um filme de ficção científica, mas é uma possibilidade real que os cientistas estão monitorando de perto. Confira o que se sabe até agora!

Segundo a previsão de cientistas, um asteroide potente pode estar perto de colidir com a Terra
Segundo a previsão de cientistas, um asteroide potente pode estar perto de colidir com a Terra / Foto: Shutterstock

Um visitante do espaço profundo

Descoberto em março de 2021 pelo sistema Pan-STARRS no Havaí, o asteroide 2021 EU tem aproximadamente 28 metros de diâmetro e, apesar de sua pequena chance de impacto com a Terra no final de fevereiro, sua proximidade é um lembrete da importância vital do monitoramento espacial.

Este trabalho não apenas nos ajuda a entender melhor os objetos próximos à Terra, mas também a calcular riscos e tomar medidas preventivas.

O trabalho por trás do monitoramento

O asteroide foi observado por apenas 16 noites antes de desaparecer na escuridão do espaço, deixando uma grande zona de incerteza em sua trajetória.

Agora, com sua reaproximação, os cientistas esperam coletar novos dados que eliminem qualquer chance, mesmo que mínima, de impacto com nosso planeta. Essa é uma tarefa que exige precisão, paciência e tecnologia de ponta.

Há razão para preocupação com o asteroide?

A aproximação de um asteroide sempre traz uma mistura de preocupação e fascínio. Por um lado, a possibilidade, mesmo que remota, de um impacto gera ansiedade.

Por outro, a oportunidade de estudar esses objetos de perto oferece insights valiosos sobre a formação do nosso sistema solar e a dinâmica cósmica.

Em vez de pânico, devemos olhar para esse evento como uma chance de aprender mais sobre o universo ao nosso redor.

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Conheça o caso de Cheliabinsk

O asteroide que atingiu Cheliabinsk, na Rússia, em 2013, tinha cerca de 20 metros de diâmetro e explodiu na atmosfera, liberando uma energia 30 vezes maior que a bomba atômica de Hiroshima, causando danos significativos e ferindo mais de 1.000 pessoas com a onda de choque. Na época, foi um choque e tanto.

Caso haja risco de colisão com asteroide, há como nos salvarmos?

Sim! Hoje em dia existem planos e estratégias desenvolvidos por agências espaciais globais, como a NASA e a ESA, para conter a ameaça de asteroides e meteoros que possam se aproximar da Terra.

Esses planos envolvem a detecção precoce e o monitoramento contínuo de objetos próximos à Terra (NEOs) para avaliar riscos potenciais.

Uma das estratégias, por exemplo, é a técnica de desvio, que pode incluir alterar a trajetória de um asteroide através de impacto cinético ou atração gravitacional.

O teste bem-sucedido da missão DART (Double Asteroid Redirection Test) da NASA é um exemplo pioneiro desses esforços de defesa planetária.

Não precisa se preocupar!

Acompanhar o trajeto de asteroides e outros objetos celestes não é apenas uma questão de segurança; é uma janela para o vasto e misterioso espaço que nos cerca.

Enquanto os cientistas trabalham para garantir nossa segurança, também desvendam segredos que podem responder a perguntas fundamentais sobre a nossa existência e o cosmos.

Então, da próxima vez que você olhar para o céu, lembre-se das maravilhas e dos mistérios que ele guarda e da ciência dedicada a explorá-los e protegê-los.

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