4 MITOS sobre os benefícios do INSS que provavelmente você acredita

Nem tudo o que se acredita verdadeiro sobre os benefícios do INSS corresponde à realidade. Vamos conferir no texto como isso funciona.

Os benefícios registrados e pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) necessariamente atendem várias normas complexas que confundem o que se pensa sobre ele. A saber: muitos brasileiros passam por isso. Além de tantas regras complicadas, é muito comum ver que o cidadão só percebe e tem de lidar com essa complicação quando busca solicitar o benefício, Seja para si próprio ou para algum ente querido ou amigo próximo.

Todavia, devido às dificuldades específicas com relação aos pecúlios previdenciários, similarmente existem tópicos que tornam-se mentiras. E muitos acabam crendo nisso. Com efeito, aproveitaremos o texto abaixo para tirar o véu de mitos e falseamento da verdade que acaba acontecendo em torno das questões de previdência.

4 MITOS sobre os benefícios do INSS que provavelmente você acredita
Nem tudo o que se comenta por aí é real – Foto: Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Se aposentar é uma aventura

O envelhecimento é um processo contínuo e gradual de intemperismo natural que começa cedo na idade adulta. Durante o início da meia-idade, muitas funções corporais começam a declinar gradualmente.

Ninguém fica velho ou envelhecido em uma determinada idade. Classicamente, a idade de 65 anos é um marco do início da velhice. Mas a razão é histórica e não biológica. Há muitos anos, a idade de 65 anos estabeleceu-se como idade de aposentadoria na Alemanha, o primeiro país a estabelecer um programa de aposentadoria.

Em 1965, nos Estados Unidos, a idade de 65 anos ratificou-se como a idade de elegibilidade para o seguro Medicare. Esta idade está próxima da idade real de aposentadoria para a maioria das pessoas em sociedades economicamente avançadas.

Muitos creem firmemente que o valor de seu benefício será igual ao valor com o qual o contribuinte estava recolhendo. Outrossim, todavia pensam que o valor do benefício será exatamente o mesmo do último salário recolhido. Este é o primeiro mito que vamos apontar.

Todavia tenha consciência de que isto é completamente enganoso. Afinal de contas, o valor a receber de benefício pode mudar de acordo com cada caso, ou seja, a profissão, o tipo de benefício, o tempo em que iniciou a contribuição, tudo isso muda o quanto você receberá no seu benefício. Via de regra, o beneficiário recebe uma média calculada entre todos os seus recolhimentos feitos juntos ao INSS desde o mês 07 de 1994.

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Mais três mitos

Um mito muito difundido é o de que a pessoa que recebe a pensão por morte paga pelo INSS e que, todavia, case-se novamente, tem o benefício cortado. Isso é mentira. Com efeito, quem é pensionista do INSS pode perfeitamente se casar uma vez mais, ou quantas vezes determinar. Nada impede o contínuo recebimento do benefício.

Outro engano envolvendo a pensão por morte é pensar que as pessoas creem que o benefício é pago até o fim dos estudos do menor beneficiário. A pensão por morte para filhos se encerra assim que o mesmo completa 21 anos, não fazendo nenhuma diferença o fato dele estudar ou não. Essa regra só não se aplica para deficientes. Nesses casos a pensão é para o resto da vida. Ou, pelo menos, até o deficiente se recuperar, caso exista possibilidade.

O último mito: nem todos os presidiários fazem jus ao recebimento do auxílio reclusão. Isso ocorre porque o benefício se destina aos trabalhadores, ou seja, só os trabalhadores que trabalhavam ativamente e contribuíam com o INSS no momento da prisão podem ser beneficiados.

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